O Brasil vive um momento sem precedentes em sua história. Ao que tudo indica, o país vai bem em tudo! Para os mais otimistas, está tudo dando certo para o “Brasilzão”. Os mais jovens não sabem o sentido da palavra crise e acreditam que, aparente, abundância é o padrão do cotidiano, que tudo sempre foi assim e assim continuará eternamente. Já os mais velhos, ou aqueles que se interessam pela história desse país, sabem que várias versões dessa “história de crescimento e prosperidade” já foram contadas e preferem resguardar um pouco suas expectativas.

Pois bem, sou jovem, tenho 29 anos, mas faço parte do grupo dos “mais velhos” quanto à reduzida empolgação com o crescimento ecônomico brasileiro. Daí, vem você, leitor, apaixonado por futebol americano e NFL e me pergunta: “Mas Silvio, e o que isso tem a ver com o Futebol Americano? Com a NFL? Com o Ochocinco? Com o Brady? Isso é post pra coluna de econômia.” Eu respondo: tem tudo a ver.

Com o Brasil apresentando bons números de crescimento, sendo eleito como sede da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, o país entrou no radar das grandes empresas do entretenimento, do esporte e de tantos outros segmentos. Hoje, o Brasil talvez seja o “país mais quente” em termos de investimento internacional. Dentro deste cenário, nada mais natural que… tcham tcham tcham… a NFL olhar mais ao Sul do continente. A primeira bomba que posso garantir é: a NFL já sabe que o Brasil existe.

Ei, aqui embaixo!

Recentemente, passei quase uma semana com um executivo da NFL discutindo o mercado brasileiro de futebol americano. Foram 3 dias de intensas negociações, discussões acalouradas, mas acima de tudo muito positivas. Como Executive Director da All American Sports, fui recebido pela NFL com muita atenção e consideração. Repassamos todas as informações que tenho sobre o mercado brasileiro, sobre a gente – os apaixonados pela bola oval. As informações que tenho são únicas, quase que exclusivas, afinal, a AAS foi a primeira empresa a dedicar-se exclusivamente ao fã da NFL. Durante quase dois anos acompanhando nossos hábitos e costumes, pude ter uma percepção diferenciada de como abordamos a questão do consumo da NFL no Brasil. Essas informações foram matadoras durante nossas reuniões. Bomba nº2: a NFL está empolgada com o Brasil.

As coisas parecem estar muito bem encaminhadas para a entrada da liga no país. Bomba nº3: posso adiantar mais, as outras ligas também já estão bem adiantadas.

É quase certo que empresas muito grandes do segmento do varejo abram as portas para a NFL em nosso território. Os players já estão definidos, o game plan está pronto, e pelo que conversamos, faltam apenas alguns detalhes para o jogo começar. Ao que tudo indica, 2012 é o ano.

A nossa realidade vai mudar… por enquanto, é tudo que posso contar!

Comemore!!!