
Hoje, o Futebol Americano no Brasil vive um grande Boom. Quem leu minha coluna no Guia de Futebol Americano 2010, sabe quais são minhas idéias. Mas todo Boom, no fundo, tem característica de bolha, ou seja, eventualmente estoura. E quando estoura somente aqueles que realmente sabem o que estão fazendo sobrevivem. Os aproveitadores são sumariamente executados, chutados, não importando quanto tempo eles acreditam que tenham de experiência. Basta lembrar a primeira metade da década, quando a maior das bolhas da história recente estourou, a Internet. O chorôrô e a quebradeira foi generalizada em todo o mundo.
Com proporções bem menores, mais ainda catastróficas, é assim que enxergo o futuro do Futebol Americano no Brasil. Aproveitadores, pseudo-especialistas, especuladores e amadores serão dizimados da face do Mundo da Bola Oval. Para o bem ou para o mal, muita gente que ocupa “cargos importantes” será exterminada. Eu estou trabalhando para validar minha posição, meu ponto de vista e dar minha contribuição. E você? O que está fazendo para afirmar sua posição?
Em minhas andanças pelo mundão do FA, conheci muita gente, conheci de pertinho as várias faces do esporte brasileiro. Estive no Amazonas, Pernambuco, Mato Grosso, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, no Interior e na Capital Paulista. E em minhas visitas, muitas delas trabalhando pelo movimento, conheci de perto aquilo que, na minha opinião, é a nossa jóia da coroa: o público.
Você sabe quem é o público que curte Futebol Americano?
A última pesquisa séria realizada foi a conduzida pelo Orlando F. Júnior, da AFAB e da LBFA. Com critérios e perguntas claras, objetivo definido e metodologia de análise compreensível, esta pesquisa é hoje a peça mais importante para entendermos “quem somos” e como chegaremos a algum lugar, seja ele qual for.
Diversas pessoas, empresas, instituições fizeram parte da construção e da obtenção dos dados desta pesquisa, o que dá grande validade ao resultado final. A AFAB, LBFA, nós do SNAP!, a ESPN, o Diário NFL entre outros divulgaram a pesquisa que construiu “nosso perfil”.
Numa ação sem precedentes na história do esporte, coletamos 2.452 respostas vindas de todo Brasil. Só para efeito de comparação, as pesquisas presidenciais ouvem em média 2.500, 3.000 pessoas. Ou seja, nossos dados são confiáveis e bastante representativos.
A grande maioria dos fãs de futebol americano está abaixo dos 29 anos, ou seja, fazem parte da Geração Y. Por isso, entender “quem” faz parte dessa Geração, quais seus anseios, sua maneira de funcionar, como trabalhar com ele, como envolvê-lo é fundamental para quem quer se aventurar no Mundo da Bola Oval.

Olhando para o cenário atual, a grande maioria das empresas ainda não enxergou o real potencial deste nicho de mercado e ainda prefere continuar trabalhando como se o público da NFL tivesse mais de 100 anos. Até mesmo quem deveria estar faturando alto com esse produto, por total falta de interesse, ainda não sabe comercializar a NFL no Brasil. E vamos ser sinceros, quem ainda não sabe como comercializar um produto destes está fadado ao fracasso generalizado: comercial, intelectual, de exposição, de faturamento, de posicionamento de marca. Essas empresas estão determinadas a serem esquecidas!
No entanto, em meio a um marasmo gigantesco com relação à NFL e aos fãs de Futebol Americano brasileiros, o case da ESPN (que eu chamo neste post de Case ESPN – #NFLnaESPN) é digno de nota, estudo e exemplo a ser seguido. A transmissão dos jogos noturnos pela ESPN tem gerado um buzz gigantesco no Mundo da Bola Oval, mas interessante mesmo é que este barulho está repercutindo fora do nosso universo. A ESPN soube aproveitar tudo o que o fã de Futebol Americano Brasileiro representa: juventude, educação, de perfil sócio-econômico elevado, disposto a gastar e a investir por qualidade!

Baseado nesta pesquisa, que ouso chamar do Censo da Bola Oval Brasileira, notamos que 94% do público que respondeu à pesquisa está entre as classes A1, A2, B1 e B2. E para que fique claro, o critério usado para coleta e apuração são os mesmos usados pelo IBGE.
Só quem é cego não enxerga o potencial desse mercado!
Naturalmente, com o alto perfil sócio-econômico, vem também um alto grau de escolaridade. Cerca de 56% do público que respondeu a pesquisa possui Formação Superior, Pós-gradução e Mestrado.

Isso é surpresa para você?
Não é para mim! É só pararmos e pensarmos um pouco: o Futebol Americano é um esporte complexo, de difícil entendimento, que requer miolo, massa cinzenta e ATPs para seu completo entendimento. É natural que desperte o interesse, em sua maioria, de quem gosta de usar o cérebro.
E, se quem curte usa o cérebro, quem transmite, vende ou “faz” o esporte no Brasil também precisa usar. O que nos leva ao case ESPN – #NFLnaESPN.
Estudando o case ESPN – #NFLnaESPN
Em 2010, com o advento das mídias sociais, em especial, do Twitter, a ESPN, naquilo que me parece (pois não estou lá, estou fazendo este estudo de caso de curioso, pelo exercício, e como telespectador) ser um reflexo do entendimento do perfil do público que curte o Futebol Americano, criou a hashtag #NFLnaESPN. (Para quem não sabe, uma hashtag é uma maneira de identificar um conteúdo específico em meio a tudo que está sendo criado, compartilhado e transmitido via Twitter. Normalmente, é uma palavra ou frase curta precidido do simbolo #.)
Totalmente alinhados com a cultura do público formado pela Geração Y, os profissionais que fazem a transmissão do jogo constantemente incentivam seu público a postarem seus comentários sob a hashtag #NFLnaESPN. Como já era de se esperar, a hashtag chega, com certa facilidade, ao Topo do Ranking das palavras mais faladas dentro do universo do Twitter brasileiro.
Como o Twitter é a bola da vez, empresas, agências e profissionais do setor de propaganda e publicidade estão constantemente monitorando esse tipo de ranking. É do interesse deles saber o que o consumidor brasileiro pensa, fala, consome, assiste. E aquilo que era, num primeiro momento, uma forma de se comunicar com os profissionais da transmissão e ter seu nome falado no ar, virou, sem causar dano a ninguém, um indicador do sucesso que é a transmissão dos jogos da NFL, do tamanho, da força e das características do público que assiste aquele evento. E quem trabalha com mídia já percebeu este poder e passa a buscar a empresa, no caso a ESPN, para anunciar seus produtos.
Quero ressaltar que mesmo sendo um estudo de caso meio às escuras, muita coisa do que falo veio da observação das estratégias desse canal. Pois muito antes do Twitter chegar com força, era no blog do canal, que a comunicação era feita. Ou seja, a ESPN usa, deliberadamente, formas de se comunicar com seus assinantes que sejam de fácil auditoria, de fácil monitoramento por ferramentas validadas pelo mercado. É simples medir sua audiência na Internet, e é lá (ou melhor, aqui) mesmo que a coisa tem que ser mensurada. Afinal, estamos falando da Geração Y, que está constantemente conectada, seja no note, no celular, no netbook, no iPad.
E pra mim, isso é tão genial, pois além de gerar um buzz pro canal e pro esporte, eles devem ter gastado algo que tende a R$0,00 (zero reais)!
Isto porque, eles devem ter usado…
- O Twitter é gratuito.
- Uma plataforma de blog é gratuita, quando muito custa pouco mais de US$ 300/ano (que é o que pagamos no Snap!)
- Um designer, que já é contratado da empresa.
Fazendo esta conta, para assumir o Topo do Ranking dos Trending Topics Brasil, nas minhas contas, a ESPN gastou uns US$ 500 a mais do que gastaria se não fizesse nada. E com isso, míseros R$850, ela assumiu o posto de casa da NFL, liderando o TTBrasil, gerando um volume maciço de acessos ao seu site durante as transmissões.
E não me entendam mal, audiência é fundamental, é importante, é sagrada. Deve ser respeitada e venerada. Mas só por um motivo, para gerar receita por meio de propaganda. A ESPN foi genial ao entender e dar ao seu assinante exatamente o que ele queria. Ela viu quem era seu público, ela deu importância para ele. E por essa inteligência, está, eu espero, recebendo os dividendos.
Foram apenas R$ 850 e cérebro! Ah! E um pouco de boa vontade, afinal, alguns profissionais “compraram” a idéia e saíram da sua zona de conforto para fazer um projeto desses acontecer.
Outras empresas ainda teimam em ficar de fora da era da informação.
Enquanto isso…
Hoje, o Futebol Americano ajuda a mover a economia do Brasil. Nós estamos contribuindo com o crescimento e desenvolvimento do país. O Futebol Americano é muito mais do que NFL, LBFA e etc. Estamos falando de desenvolvimento do Brasil.
De novo, é só pararmos para pensar: quanto gasta um time para sair do Rio de Janeiro, viajar até Cuiabá, para jogar 1 simples partida?
Fazendo as contas…
Se a 15% do time decidir passar a noite na cidade, podemos incluir hotel e alimentação, certo? Um hotelzinho 2 estrelas sai por uns R$ 50 a diária, portanto, uns R$ 300 de estadia e mais uns R$ 200 de alimentação (pra ser econômico, porque jogador de FA come pra caramba!)
Um jogo válido pela LBFA, sem dar muita atenção aos números, gera aproximadamente:
Transporte: R$ 8.760 + R$ 2.600 = R$ 11.360
Estadia & Alimentação: R$ 300 + R$ 200 = R$ 500
No total, um jogo interestadual da LBFA movimenta R$ 11.860.
Quantos jogos nós temos por temporada? Faça as contas…
Pra finalizar…
… retomo o que falei na abertura, estamos vivendo um boom, cheio de características de bolha. A hora de estabelecer, de mostrar que é capaz, é agora! Faça as coisas com paixão, com amor, dedicação e tenha certeza de que você estará entre aqueles que colherão os bons frutos. Pois se este é o primeiro passo e já temos tanta gente competente trabalhando, não vai demorar muito até os acomodados sejam convidados a se retirar!




29 de outubro de 2010 em 00:14
Excelente artigo SSJ, pena quem algumas pessoas não irão ler este artigo, é inegável o quanto o FA cresce atualmente, cidades pequenas de 60mil hab já tem times. O que não entendo é porque um esporte que está crescendo tanto tenha várias ligas, se existisse uma maior e unificada o esporte ganharia mais visão, até o rugby brasileiro já é patrocinado e acredito que em breve oFA será, mas vejo algumas dificuldades: moramos em um país pobre e com impostos exorbitantes, portanto pagar o equipamento é muito caro, e o FA tem fama de ser um esporte violento, e mesmo não sendo, lesões são comuns e jogar um esporte dd forma amadora que possa causar lesões é complicado, a maioria dos praticantes têm que trabalhar na segunda, essa é minha opinião, depois arruma o “maciço” que acho que você se confundiu. Um abço
29 de outubro de 2010 em 00:32
Bem colocado, Frederico.
Obrigado pela correção, já arrumei!
Um abraço,
SSJr
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29 de outubro de 2010 em 00:17
Otima analise Silvio, com numeros e graficos e com muita confiabildade, otimo exemplo este da ESPN que demonstrou grande visao e uso da ferramenta internet como deve ser.
Tambem espero que o futebol americano brasileiro seja visto com outros olhos, e se for visto com olhos pro futuro, se trata de uma grande oportunidade de lucros tanto na area de vendas, comercio em geral, como turismo e hotelaria.
Parabens pela coluna e pelo otimo texto.
Nilo Tavares
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29 de outubro de 2010 em 06:56
Faaala Silvio!!!
Ótimo texto cara, eu trabalho com marketing e publicidade e o “case ESPN” é realmente algo “simples” mais que foi feito com carinho, foi pensado antes de se fazer.
No texto vc comenta que o público é a jóia de toda a coisa, mais acredito que outro ponto importantíssimo para tudo isso que esta acontecendo, são os mannagers e diretorias dos clubes e ligas. O trabalho é muito grande e em cada lugarzinho do Brasil que vc vai, vc vê times que estão se estruturando, se desenvolvendo para fazer tudo isso crescer. Algumas pessoas que nem no próprio trabalho se predispõe a evoluir da mesma maneira que faz pelo time que esta jogando! Claro que sempre temos laranjas podres mais no geral tenho certeza que a força e a paixão por esse esporte vai faze-lo um grande esporte em breve!
29 de outubro de 2010 em 10:20
O objetivo do texto não foi citar nomes, obviamente, mas faço questão de citar um, porque, penso eu, que foi graças a ele que a ESPN hoje tem este contato direto com o público: Ivan Zimmermann.
Minha memória não é das melhores mas toda essa história de ler emails, de ‘conversar’ com o público, iniciou-se quando ele ainda fazia parte do quadro da rede transmitindo a NFL e MLB.
29 de outubro de 2010 em 11:29
Grande Ronaldo.
Eu amo o Ivan, cara, trabalho com ele aos domingos. E concordo com você que foi ele e o Adler que abriram este espaço lá nos idos anos 90. Mas olhando o contexto, eles viviam nos EUA e lá isso era comum demais. Eles não inventaram a roda. Eles só fizeram o que os companheiros deles estavam fazendo. Agora, levar essa “pseudo-interatividade” (que é FUNDAMENTAL para Geração Y) a gerar resultados para a empresa e para o esporte é o grande X. Pra mim, quem conseguiu fazer isso com maestria é o grande gênio da lâmpada!
Porque abrir um email e ficar lendo, é fácil. Quero ver transformar isso em resultado financeiro! Pra mim, o X tá aí…
29 de outubro de 2010 em 20:42
Você tem toda razão Silvio mas mesmo eles fazendo o que os americanos já faziam aqui, para a nossa realidade, era algo bastante novo, inusitado até. A saída do Ivan da ESPN (e de outros, como o Roberto Figueroa que fazia a dupla impacável das transmissões do beisebol) fez com que a emissora perdesse público.. falo por mim, que fiquei um bom tempo sem assistir NBA, por exemplo, pq havia perdido a graça. Levou um tempinho ainda para que a emissora se reencontra-se e foi aí o grande mérito a que você se refere no texto, retomar o contato direto com o público de forma mais intensa e trazendo os resultados de hoje, acredito que financeiros também.
Mas uma coisa boa surgiu com a saída do Ivan da ESPN que foi a entrada do BandSports na transmissão da NFL e agora não mais com uma dupla impagável mas com duas duplas (ou um trio).. adoro seus comentários e os do Mancha que em conjunto com a transmissão do sr. bambam nos permitem aproveitar ainda mais o esporte.
Parabéns pela matéria (e pela repercussão que está ocorrendo).
29 de outubro de 2010 em 10:30
Excepcional texto, o FA para os fã é paixão, só quem ama esse esporte pode falar o quanto é gostoso assistir e realmente entender esse esporte! Há tempos prefiro assistir jogos da NFL, tanto na BandSports como na ESPN do que assistir o jogo do meu time de futebol, torco para o São Paulo!
Acho que tem sim que se preocupar com os aproveitadores, pois, eles estão em todos os lugares e coloca-los fora dessa paixão que é o FA. Sou fã desde criança, quando assisti os primeiros SuperBowls transmitidos na época pelo Luciano do Vale e o Silvio Lancellotti, paixão de infancia!!!
A NFL é grande, o esporte é apaixonante e temos público, quiça termos uma liga de FA profissional também e com transmissão ao vivo dos jogos! Nós podemos, só depende de nós, os fãs, dar respaldo para que isso aconteça!!!
Um grande abraço Silvio!!!
PS: Domingo, vamos tentar colocar a hashtag #NFLnaBANDSPORTS também entre o Top 10 do TT!!!
PS2: Ah, o Guia do Futebol Americano é a nova biblia, sou proprietário de uma escola de Inglês, e o guia faz parte da nossa biblioteca, ele é o maior sucesso por aqui com a garotada e com o pessoal mais velho também, já passei horas aqui ensinando a criançada as regras e até brincando de snap com a bola oval que faz parte da nossa decoração!!! Parabéns pelo Guia!!!
29 de outubro de 2010 em 11:00
Nossa, Silvio, genial seu Post!
Assim como você, e muitos, tambem quero contribuir com nosso crescimento!
Sempre de forma consciente. Ansioso por mais e mais.
Gde abraço.
29 de outubro de 2010 em 11:04
Silvio, parabéns pela forma que expôs os acontecimentos rescentes da história do football tupiniquim. Há muito trabalho num passado de mais de uma década a ser reconhecido também por esta nova geração, que hoje já curte e já conhece a era full pads do esporte. Mas isto é um outro longo assunto, pra um outro texto. Fica a dica! Parabéns novamente!
29 de outubro de 2010 em 11:19
Silvio, ótimo texto, ótima análise. Isso poderia virar uma tese de mestrado fácil, fácil!
O problema é saber quando as grandes empresas vão abrir os olhos pro Futebol Americano no Brasil (não digo nem LBFA ou o Torneio TD). Pois pra ter uma jersey de um time da NFL, só importando mesmo!
É um mercado que deve movimentar bilhões de dólares em outros países, só que no Brasil ainda não foi descoberto!
O nos deixa (os praticantes e amantes do FA) ainda mais aborrecidos é o investimento em outros esportes com um potencial menor, como o Rugby. Não se tem dados de quantos praticantes de Rugby existem no país, mas com relação aos praticantes do F.A., já sabemos que somos mais de 10 mil (pesquisa de alguns meses atrás, esse número já deve ter aumentado), então porque não investir?
Espero que abram os olhos pro que está acontecendo no Brasil com relação ao Futebol Americano e parem de tentar enfiar o Rugby güela a baixo de nós brasileiros!
29 de outubro de 2010 em 11:25
Concordo com muito do que você falou, Francisco.
Mas discordo com relação ao Rugby, é um esporte muito estruturado, tão antigo quanto o Soccer aqui no Brasil e, o mais importante, é um esporte olímpico! O nosso FA, não…
Sobre a abertura dos olhos das empresas para o esporte, acho que vou fazer disso o tema para meu próximo posst. O que acha?
Tenho algumas idéias interessantes sobre isso…
29 de outubro de 2010 em 11:30
Excelente Analise Silvio
Esse tipo de analise alem de servir pra que tenhamos consciencia da real proporção que o F.A. ta tomando no Brasil, nos ajuda tambem a literalmente botar na ponta do lapis tudo que temos que mover pra fazer com que o espetáculo aconteça.
Fazemos por amor ao esporte!!! e vamos fazer ainda mais pra que cresca cada vez mais!
Grande abraço
Cabral
Black Sharks
29 de outubro de 2010 em 11:36
Silvio, parabéns excelente ótica e analise, um perfeito touchdown editorial. Um ponto que vejo relevância é que ao usar o twitter o comentário é ajustado a velocidade da TV, pois quando o comentário vai por email ou blog em geral é longo fazendo o comentarista ou narrador ter que condensar a informação, não são raras as vezes que o Ivan para a transmissão para “ler” o que o sujeito pergunta. Com 150 caracteres fica mais claro e dinâmico. Aos amigos que querem lançar o hastag do bandsports, sugiro #bandnfl mais curto mesmo.
29 de outubro de 2010 em 11:41
Silvio, Parabéns pelo artigo! E lanço aqui uma idéia: pq não colocar nos TTs do Twitter, a hashtag #NFLnoBrasil ?? com certeza vai chamar mto a atenção, quando aparecer nos TTs globais.
29 de outubro de 2010 em 11:46
Parabens pelo post SSJ…
Realmente será interessante acompanhar o desenvolvimento do FA no Brasil, e ver o quanto essa bolha ira aguentar…
29 de outubro de 2010 em 11:51
Parabéns Silvio. Mais uma vez, com muita clareza e explanações fez com que muitos no meio do FA no Brasil abrissem seus olhos e tirassem a bunda da cadeira, ou pelo menos deveriam ter feito isso.
Estou sempre fazendo meu trabalho com a base do FA em Escolas Particulares e a Escola da FPFA. Vejo um crescimento monstro nessa área. Pois ano que vem, estou estruturando junto á FPFA o Primeiro Paulista de FA de Equipes da FPFA.
Quanto ao mercado, desde que comecei a trazer material para meus alunos, muito mais do que eles se tornaram compardores assíduos, o que nos remete á total falta de Empresários no meio do FA, como lojas, distribuidoras e fornecedoras de material para a prática do mesmo.
Um grande abraço, do seu grande amigo e fã, Hugo Bustilho.
29 de outubro de 2010 em 11:52
Acompanho jogos de Futebol Americano aqui em São Paulo. O que eu vejo do esporte? O MELHOR ESPORTE DO MUNDO! O que vejo do esporte no Brasil? VEJO COMO UMA CRIANÇA, QUE QUER APRENDER A ANDAR, SABE EXATAMENTE COMO COMEÇAR A ANDAR, MAIS AINDA PRECISA QUE UM ADULTO VENHA E SEGURE SEU BRAÇO, DÊ UM APOIO, PARA QUE QUANDO FOR DAR OS PRIMEIROS PASSOS, NÃO CAIA, E AI, NUNCA MAIS LEVANTE.
Vejo um esporte com vontade de crescer, com estrutura montada, mais ainda sem conhecimento geral do público. EU AMO quando eu vou ver os jogos aqui em São Paulo e vejo gente levando amigos, e explicando o jogo no meio da partida. AMO ver o público podendo ficar junto. AMO poder sentar ao lado de um rival ( eu sou REDSKINS ) e ver que não haverá briga ( como aconteceria no caso de futebol normal) e acima de tudo, amo ver tudo isso sendo feito para pessoas que se esforçaram para que isso fosse possível. Ver a alegria na cara de satisfação dos jogadores, que desembolsaram uma grana alta para poder jogar esse magnífico esporte. Mais ao mesmo tempo vejo um país preconceituoso com essa modalidade. Tenho que combater isso até dentro de casa. Tenho apenas 14 anos, e gostaria muito de começar a jogar aqui no Brasil, mais enfrentar o preconceirto de que é um esporte violento, por parte da minha mãe, tá dificil! Mais eu não me abalo, mesmo não jogando, fico acordado até as 3:30 da manhã para ver os jogos, mesmo tendo que acordar às 6:00 no dia seguinte.
Torço muito para o crescimento do esporte, e sonho um dia ver o nosso querido futebol americano tomando proporções épicas, e sendo comparado ao futebol normal.
29 de outubro de 2010 em 11:58
Tá aí! O depoimento apaixonado de um garoto de 14 anos, Geração Z, que irá cuidar do esporte no futuro! Só o comentário dele, pra mim, coloca meu artigo no chinelo… Parabéns e obrigado, Cadu!
Se quiser, pede pra sua mãe me ligar, conversando com ela, a gente (eu e você) tenta mudar a opinião dela e você vai jogar FA…
29 de outubro de 2010 em 12:04
Muito boa a matéria Silvio, você está de parabéns!!!!
A propósito, hoje existe a possilidade de termos transmissão da TV em jogos do campeonato nacional de FA? Pelo menos semi final ou final?
29 de outubro de 2010 em 12:14
Acompanho Futebol Americano desde a última temporada, confesso que achava que o esporte era violento, mas isso é um pré-conceito que a gente tem e depois que conhece verdadeiramente acaba mudando de opinião.
Futebol americano é um esporte sensacional, não canso de dizer isso. Sempre convido pessoas para assistir aos jogos, explico as regras pacientemente a cada jogada, na esperança de que a pessoa se apaixone pelo esporte como eu. E fazer uma pessoa se converter fã de FA é uma conquista sem tamanho, dá uma alegria…..!
Tenho 17 anos e sou torcedor dos EAGLES, já comprei minha futebola e levo pra escola pra fazer o pessoal se familiarizar com o jogo e pra minha surpresa todos gostaram e a gente já usa a quadra da escola pra fazer algumas jogadas. Tenho esperança que um dia eu possa dizer que torço para o time de FA da minha cidade! Valeu Silvio e continue com essa garra, concerteza você, o Ivan, o Mancha, o Everaldo e o Paulo Antunes, daqui com alguns anos serão lembrando como os grandes nomes do desenvolvimento o futebol americano no Brasil. Abraço a todos!
29 de outubro de 2010 em 12:36
Parabens Silvio, belo post, é de pessoas como vc, que precisamos para alavancar o esporte, eu sou um apaixonado, to pensando em criar um blog, espero encontrar com vc aqui em Brasilia novamente, conheci num jogo aki no DF.
Parabens!!
29 de outubro de 2010 em 12:43
Parabéns Silvio por esse belo trabalho, espero que mais pessoas quem não sejam ligadas diretamente ao esporte leiam e compreendam todos estes dados que você mencionou e que além de ser surpreendente é fruto de um belo trabalho.
Parabéns e continue com este magnifico trabalho!
29 de outubro de 2010 em 12:45
Parabéns pela pela matéria, por suas pesquisas e principlamente o esforço pra divulgar esse esporte no Brasil. Espero que ganhe cada vez mais espaço tanto na cultura do povo, quanto na mídia. Mas estamos no caminho certo.. Acho que não vai demorar muito para os times arrumarem patrocinadores, bancando seus custos de deslocamento e hospedagem.. Uma vez pensei: “Já pensou o BandSports transmitindo FA Brasileiro, AO VIVO, aos Sábados e Domingos de manhã? Com toda uma estrutra legal e tudo mais…” Parabéns mais uma vez Sílvio!
29 de outubro de 2010 em 12:50
Parabéns pela matéria Silvio, precisamos da ajuda de pessoas como você para fazer este esporte crescer cada dia mais no Brasil!
Muito obrigado pelo tempo que vc dedica ao football nacional!
29 de outubro de 2010 em 13:09
Estou a disposição… é só chamar!
29 de outubro de 2010 em 12:59
Silvio,
Parabéns pelo texto, ele ficou incrível! São dados de pesquisas sérias como essa que com certeza ajudarão o crescimento do esporte nesse país. A sua visão de mercado, de futuro do esporte com muita dedicação e fundamentos, só farão daqui pra frente as pessoas terem mais consciência do tamanho que tem o esporte.
Eu sei o quanto é difícil conseguir patrocinadores, estou nessa luta para o Palmeiras Locomotives já a 3 anos, e o nosso projeto de tackle, visando exatamente os campeonatos nacionais, estão com os custos lá em cima, com uma visão muito ambiciosa (colocando inclusive além da aquisilção de equipamentos para treinamentos, viagens, hospedagens, translados, combertura médica, comissão técnica e afins) chegou a um valor inimaginável para muito esporte amador, mas sei que conseguiremos.
Se possível gostaria de usar a sua matéria e ter acesso aos dados completos da pesquisa para poder mostrar para as empresas que esse esporte será uma potência mais rápido do que imaginamos.
Quanto aos aproveitadores, a seleção natural irá dar conta deles.
Um abraço,
Luiz Paulo do Amaral de Macedo
Presidente
Palmeiras Locomotives
29 de outubro de 2010 em 13:09
Estou trabalhando junto com Orlando, da AFAB e LBFA, para disponibilizar os resultados já tabulados. Em alguns dias todos os times, determinados segundo os critérios já combinados previamente pelo Orlando, terão acesso aos resultados.
Não adianta fazer um estudo desse e manter na gaveta! É obrigação de todos COMPARTILHAR toda informação relevante com a comunidade. Do contrário, seremos um clube do bolinha medindo quem tem a … maior! Eu tô fora…
Ou todo mundo cresce ou o crash vem mesmo!
Btw, quero me aproximar do Palmeiras. Qndo sentamos e conversamos???
29 de outubro de 2010 em 13:22
O dia que você quiser, podemos sentar e conversar, estou em um tratamento de recuperação de uma lesão, então eu tenho bastante tempo livre, me manda um e-mail que eu passo o meu celular.
Um abraço e obrigado.
29 de outubro de 2010 em 13:25
Muito boa a matéria Silvio, essa ajuda de pessoas como vc que vai ajudar o FA Brasileiro ir no caminho certo!
Como jogo FA e quando vai ter jogos aqui em SP eu coloco flyers em todos os andares da empresa e vou chamando um por um dos que topo pela frente, e oq me ajudou bastante a explicar o FA para as pessoas foi o Guia de FA que vcs fizeram! Tive que comprar 3 já, pq eu vou explico e empresto pra pessoa ler uns dias, ai depois de uns dias volto nela e converso oq ela achou se entendeu melhor, etc, e as respostas são sempre positivas, as pessoas começam a assistir mais na TV e já temos agora almoços se segunda falando sobre a rodada do fim de semana!!! Muito bom!!! Ta certo tbm que já recebi umas chamadas de atenção do chefe por ficar conversando demais (explicando o FA) rs. Tem um pessoal que já zoa também falando que eu quero converter todo mundo para o FA com a bíblia de baixo do braço (Guia de FA), mas só de ter as conversas sobre FA no almoço e ver um pessoal do trabalho no ultimo jogo aqui em SP já recompensou tudo!!!
Muito Obrigado cara por vc estar conosco nessa batalha!
29 de outubro de 2010 em 13:46
Gustavo, sou EU quem agradece a cada um dos guerreiros do FA. Muito obrigado a você por levantar a bandeira, quase que anonimamente, do esporte!
São pessoas como você que devem receber o “MUITO OBRIGADO”.
29 de outubro de 2010 em 13:30
É isso torço pelo sucesso do Palmeiras Locomotive, e também de todos os times da liga.
29 de outubro de 2010 em 13:51
Ola silvio
Muito interessante sua analise! tem uma série de dados que podem render investimentos pesados por parte de empresas dispostas a tal empreitada. Vale ressaltar que, mesmo o universo sendo relativamente pequeno, da uma amostra significativa do que temos em termos de pessoas que acompanham, conhecem e gostam do FA. Outro indicador interessante e que pode ser utilizado como base comparativa para vermos a abragencia é a média de publico nos jogos da LBFA e TT10, além dos numeros que as duas emissoras tem dos assinantes que acompanham regularmente os jogos.
Essa pesquisa é um excelente start up para os times que estão surgindo por todo o Brasil e que precisam, mais do que nunca, de um patrocinio.
O comentario sobre o gasto medio de um jogo interestadual mostra que, infelizmente, hoje, no pais, somente praticamos o esporte por amor, pois raros são os times que tem algum patrocionio para custear uma viagem.
Um jogo em São Paulo sai mais ou menos esse valor, considerando campo, arquibancadas, ambulancia, segurança, hidratação e outras coisas.
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29 de outubro de 2010 em 14:24
Tive o primeiro contato com uma bola de Futebol Americano atraves do meu pai, que me ensinou como jogar ela… daí pra frente eu fiquei vidrado no esporte e até montei um time com o pessoal do colégio. Ninguém sabia as regras e pareciamos um bando de garotos brigando no meio do Parque Villa Lobos.
Sem dúvida alguma Futebol Americano é o melhor esporte de todos, porque não importa se você é gordo ou magro, alto ou baixo, rápido ou lento. Todos podem jogar Futebol Americano, basta QUERER jogar.
Ver o quanto o esporte cresce a cada dia que passa é para mim uma grande alegria. E saber que existem pessoas que estão “tackleando” Deus e o mundo para que o esporte seja reconhecido pelo país, me da mais forças para continuar jogando.
Parabéns pela matéria e dedicação Silvio!!!
E obrigado por se importar com o esporte.
29 de outubro de 2010 em 14:25
Silvio, acredito que uma coisa leva a outra. Se as empresas abrirem os olhos para o FA, verão o quanto podem lucrar com esse tipo de mercado. Investindo nisso e vendo o bom retorno (acredito que se um dia isso acontecer, o lucro será grande), outras empresas se mostrarão dispostas para patrocinar o esporte e quem sabe, com isso, o FA acabe se tornando um esporte popular no Brasil. Só basta um pouco de boa vontade para investir em produtos relacionados a FA que tudo isso pode acontecer.
Abraços!
29 de outubro de 2010 em 14:28
A minha parte estou fazendo. Divulgo e explico o básico do esporte para quem não conhece, mas para que o FA caia no gosto popular é preciso que aconteça aquilo que já citei acima.
29 de outubro de 2010 em 14:39
com certeza daqui alguns anos o FA vai tomar um tamanhao gigantesco no Brasil.
sou santista, agora me pergunta quando foi o ultimo jogo do santos que eu vi??? se não me engano foi em um domingo antes de começar a Pré temporada da NFL
sou Dolphins roxo é muito emocionante ver um jogo de FA
29 de outubro de 2010 em 15:05
Gostei muito da sua matéria porém seria bem interessante começar a contar a história do futebol americano nos seus primordios. Quantas ligas tinham ? quantos times Tinham? quando resolveram se fundir ? O que vejo hoje é a criação de várias ligas e times já que todos querem jogar. Porém o futuro é pelo unificação dos times existentes em apenas 1 por estado. Porque os campeonatos de futebol não tem mais público ? Simples, cada cidade tem 5 ou 6 times e aí não tem grana que custei as idas aos campos ao contráriio do campeonato italiano em que cada cidade tem apenas 1 time então é o time da cidade os estádios lotam com a venda antecipada ( em carnês ) ( só duas cidades tem 2 times ) o Dallas´, Miami e outros só jogam poucas partidas em suas sedes por isso os estádios lotam, se jogassem toda a toda hora como é o futebol o público iria encher o saco. Quantos Santos X Sâo Paulo ou Fla X Flu se joga em um ano ????. Então o FA tem que crescer em times para aparecer mas, já pensando no futuro porque se não vai virar zona. O seja começa com vários times em cada bairro depois os times se fundem o começam a jogar zona sul contra zona norte e vai ampliando até se chegar a um ou dois times por estado. A campeonato Brasileiro seria um sucesso se não fossem os campeonatos estaduais e Copa Rio e Taça Guanabara. Acho que a formula é essa e isso é coisa para uns 10 anos ou mais
29 de outubro de 2010 em 16:18
Sei q existe dificuldades com a quantidade de impostos que se paga para trazer os produtos p/ vender aqui, fora conseguir o direito de venda junto a NFL + acho q grandes empresas(lojas de materiais esportivos) que não vem ao caso fazer propaganda aqui conseguiriam até com certa facilidade pois tb importam artigos de varios outros esportes dentre eles produtos da NBA.
Logico que o basquete é muito mais difundido e popular no brasil e tambem há jogadores brasileiros na NBA o que traz ainda + popularidade, mesmo assim vejo um mercado crescente de fãs da NFL no brasil e acho q numa escala pequena a principio de importação de jerseys por exemplo ñ ficariam encalhadas na loja.
Grandes lojas de materiais esportivos abram os olhos para o futebol americano que nós fãs agradeceremos.
29 de outubro de 2010 em 16:26
Disse isso no twitter e repito aqui, texto incrível Silvio. Eu tenho acompanhado o futebol americano desde 2005 quando por simples curiosidade comprei o jogo Madden NFL 2005 e decidi aprender as regras do jogo através dele. Acompanhei como observador (amo o esporte, mas não tenho a dedicação que muitos tem para praticá-lo, apesar de gostar de “brincar” de wide receiver na praia) a evolução do esporte aqui no meu estado. Em 5 anos o que vi foi algo espantoso. Um interesse que aumenta a cada ano por aqui, em boa parte graças ao trabalho de vocês do Bandsports e da ESPN, que transmitiram os jogos com respeito ao telespectador já especializado no assunto e com a dedicação e o carinho ao telespectador novato ou casual.
Antes quando eu falava para alguém que futebol americano era meu esporte favorito, me diziam: “E tu entende aquilo? é esporte de maluco”. Hoje o que normalmente eu ganho como resposta da pessoa que não segue o esporte é “Ah bacana, eu já vi até gente praticando na praia, parece um esporte legal”. É aí que percebo que nós que praticamos ou que amamos o esporte também temos o nosso papel nessa divulgação e aprimoramento do esporte no país.
A simples dedicação de alguém em explicar o esporte a um leigo, deixar ele arremessar a bola oval e sentir a diversão e o prazer que o futebol americano proporciona já é um grande passo para que o futebol americano ganhe o respeito que merece.
Tenho amigos que participam de times aqui e converso bastante sobre o assunto. E percebo que a grande maioria tem desejo de consumir produtos da NFL. Por que empresas multinacionais não ficam atentas a esse desejo e não tentam um acordo com a NFL para importar produtos para cá? Por que não realizar eventos aqui envolvendo a bola oval direcionado não só para os fãs do esporte como para um público leigo que pode ir para esses eventos com outro interesse e se tornarem fãs da NFL? Como por exemplo uma mostra de cinema com filmes sobre futebol americano ou até eventos que misturem shows musicais e o esporte (como um NFL Party ou coisa do tipo).
Idéias e maneiras de lucrar com o esporte (assim como aumentar sua divulgação e seu público) é o que não falta. Só falta iniciativa. Só falta nossa participação. Tanto o apaixonado que explica as regras para seus amigos, tanto o praticante que convida alguém pra ver um jogo em que ele vai participar ou a empresa que aproveita esse mercado em crescimento para conseguir seu lucro… Pode até parecer algo meio Imagine do John Lennon mas não é. É a pura realidade. Só depende de nós para que o esporte cresça e se desenvolva no Brasil. Só depende do nós para que a bolha estoure de vez.
29 de outubro de 2010 em 17:40
Parabéns e obrigado pela linha de raciocínio…
29 de outubro de 2010 em 20:31
Grande silvio !
Concordo plenamente com voce, visualizo o futuro do esporte, da mesma forma, mas acredito que aqui no Brasil o esporte necessita de atletas empreendedores, não basta só pensar em jogar, tem que gerenciar, planejar, promover e deixar de ficar esperando.
exemplos existem em varios estados do Brasil, como o planejamento do Crocodiles e do Brown spiders, para ter seu equipamento, Onibus e patrocinio do Tritões, enfim existem muitos exemplos de quem veio pra ficar, Acredito que estas estorias que nós sabemos e conhecemos de luta e perseverança de grupos de amigos, que tornando-se representantes de sua cidades, que podem atraves de Palestras, e intercambio, cruzar informações relevantes e muito incentivadoras, a jovens times que treinam no terrão, e sem proteção alguma, mas reunem 60 a 80 jogadores, que tem seus idolos astros da NLF.
A semente disso, voce colabora plantando-a, todo domingo, é visualizando a TV, que estes jovens acreditam que é possivel, e eu tambem, mas somos poucos, e cada atleta, dirigente e fan do esporte, tem que dar a sua contribuição, nacionalmente falando.
Quando fiz o evento do FOOTBALL DE ARENA, do qual o senhor foi QB, sou testemunha que o esporte abre portas, mas precisa ser Sério, senão continua assim amador, mas amador demais. grande abraço.
29 de outubro de 2010 em 23:28
Transporte: R$ 8.760 + R$ 2.600 = R$ 11.360
Estadia & Alimentação: R$ 300 + R$ 200 = R$ 500
No total, um jogo interestadual da LBFA movimenta R$ 11.860.
Silvio, estadia e alimentação para quantos atletas está ai? se levar em consideração todos jogadores um jogo movimenta muito mais que isso hehe… 30 jogadores (um numero menor que o real), 50 reais a diária, 1500 total, tá, digamos que não tem a diária, comer os jogadores vão hehe, alimentação 25 reais pelo menos e 30 atletas = 750 reais…
movimenta facilmente mais de R$ 12.000,00 …
bom se eu estiver errado me corrija hehe…
Agora parabéns pela matéria, vai me ajudar muito com algumas idéias…
eu digo que nós (TODOS TIMES) estamos marcando bobeira, se todos os times estudassem as leis municipais e estaduais de incentivo ao esporte conseguiriam valores consideráveis de patrocínio… temos essa carência aqui também, mas se tudo correr bem logo logo pode mudar… estou estudando isso para começar desenvolver algo no próximo ano… espero errar pouco pra conseguir o que pretendo.
30 de outubro de 2010 em 05:40
Parabéns Sílvio… Conversei contigo lá atrás, em 2008, quando teve em CWB o primeiro jogo Full Pads, algo parecido com isso. Lá eu levantava a bandeira da possibilidade de um time se sustenar com patrocínios e remuneração pois o mercado estava na nossa cara. Agora com o Predadores eu estou conseguindo colocar em prática e acabando com a “discriminação financeira” que havia no mundo da bola oval ( onde só jogava quem havia dindin para comprar equipamentos). Fico feliz que muitos times estão recebendo um “sim” de empresários que acreditam na rentabilidade do esporte, que acreditam no valor a ser agregado a sua marca, e acreditam no crescimento do f.a.. Diretores dos clubes sabem dos gastos de uma viagem, mas muita gente não. Novamente, parabéns pelo seu trabalho tanto televisivo, impresso e web. Ahhh, se possível puder disponibilizar estes dados é mais um item a agregar aos projetos para patrocinadores.
Abraços
Rodrigo D.X.T.R. Truppel
Presidente do CWB Predadores
30 de outubro de 2010 em 09:23
Muito boa a matéria. Só uma ressalva. O tamanho da amostra não indica se a pesquisa é confiável, devido à distribuição amostral e aos métodos de coletagem amostral.
O FA tem futuro, parabéns pelo trabalho de vocês em mostrar que FA no Brasil é coisa séria.
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1 de novembro de 2010 em 09:27
A primeira coisa que tem que ser revista e rápido é o respeito ao público. Ontem o jogo estava programado para começar ‘as 15 hs mas devido a transmissão da final do tênis o início atrasou. Até aí dá para entender até porque não iam interromper ao jogo do tênis para começar a NFL porém não custava nada se tevessem colocado uma faixa na parte de baixo da tela ( esqueci o nome dela) informando continuamente o ocorrido. E desisti de assistir depois de ficar a toda hora indo de uma canal para o outro já que no canal SPEED estava passando a corrida da NASCAR, depois de começar a transmissão não adianta mais pedir desculpas e explicar. Tem que acontecer antes, olha o que acontece com as transmissões da F Indy. Não tem quase audiência por conta dos problemas de cumprir os horários pré agendados e não avisar nada, Na ESPN DH mostra na tela uma coisa e passa outra semana passada estava passando uma partida da NCAA e no mosaico aparecia outra, resultado: perda de público. Dê um toque no pessoal da Band não custa nada um pouco de respeito, No mais também sinto um pouco a falta do Marco Alfaro com as histórias da liga, isso faz as pessoas de acordo com as hostórias passarem a ter simpatia por uma equipe e fideliza-la para assistir seus clubes.
2 de novembro de 2010 em 09:25
Ainda mais quando é um balão que voa com dinheiro.
Quem merece atenção da ïmprensa” são os que pagam, não é?
Quem continua no esporte são os que por baixo dos panos, as escuras fazem seus acordos . . .
Times que são dirigidos por caras que nunca pensaram em estar no esporte, que trazem dinheiro de nogócios sujos, fora da lei, que lavam esse dinheiro aproveitando da ingenuidade dos “atletas” de um esporte da moda no país!
A verdadeira história nunca aparece para todos, é cercada de várias mentiras, a melhor maneira dos poderosos defender seus rabos!
Vejo um futuro podre no esporte mais nobre da terra aqui no Brasil, o país onde quase tudo se transforma em merda.
Pingback: No Huddle
4 de janeiro de 2011 em 20:23
SSJ
Muito boa sua analise do mercado do FA no Brasil. Eu sou daqueles de acompanharam em 69~70 o Walter Silva narrar VTs da temporada anterior nos domingos da Tv Tupi aqui em SP e voltei como expectador com a ESPN Intl em meados dos 90. (talvez por isto eu seja Dallas’s FAN). Porém é tipico esporte americano, espetaculo, drama, profissionalismo ao extremo e acima de tudo respeito ao publico, razão da existencia de qualquer esporte profissional. O crescimento da NFL nos EUA é prova disto, o melhor esporte do mundo. Dificil e complicado, força, tecnica e tatica incomparaveis. Pena que com o fim da marca DirecTV não temos mais o sunday pass, e as transmissões noturnas para nós vão para a madrugada e a BandSports ainda não esta no lineup standard das operadoras, mas mesmo assim o produto cresce a cada ano. Parabéns pela aposta!
19 de janeiro de 2011 em 13:51
Sou verde ainda no assunto mas a cada dia me interesso mais… Gostaria que um dia tivessem empresas que investissem aqui no Brasil, quem sabe até os próprios times Americanos não se interessam por isso. Acho que precisamos seguir os moldes da NFL, pois se seguirmos os exemplos dos times de futebol do Brasil que são todos amadores não dará certo… Não tem profissionalismo…
26 de janeiro de 2011 em 11:28
Amei seus comentários… Creio que cada vez mais o Brasil precisa se diversificar nas modalidades do esporte. Chega de quartéis….
Mas, gostaria mesmo de manter contato. Estou começando um projeto social onde vamos dar inicio a formação de um time de futebol americano na periferia de Curitiba.
Se quizer pode me pode me enviar sugestões.
Desde já agradeço.
3 de fevereiro de 2011 em 07:50
Alguem poderia me ajudar!??
Como são definidos os confrontos da temporada regular da NFL, pois percebi que há jogo “repetidos” e alguns jogos com times de outra conferencia.
São definidos por sorteio !!??
Um abraço a todos fãs da bola Oval
4 de julho de 2011 em 14:33
Ótimo texto e ótima análise, Sílvio!
Espero poder fazer parte desse “Boom”, como alguém que está muito afim de trabalhar, na equipe do Snap!
Um abraço!