OK, ele não está exatamente na sideline. Mas é uma das coisas extra-campo que só quem assiste ao jogo no estádio percebe em sua totalidade.
Na NFL, o cenário é totalmente oposto ao que temos nos jogos de futebol do Brasil – onde nem o tempo de jogo é exibido. Lá nos EUA, o placar mostra o jogo todo, os replays das jogadas, estatísticas e muito mais.
Aliás, o “muito mais” é que faz a diferença. Nos jogos que vi em Tampa e Miami, rolaram coisas como:
♦ Entrevistas com jogadores, mostrando desde que tipo de música gostam até quem são seus ídolos, etc;
♦ “Pegadinhas” feitas entre os membros dos times;
♦ Ensaios com as cheerleaders (como diria Ivan Zimmerman, “Calypso!!!”);
♦ Homenagens a jogadores do passado;
♦ Cenas de partidas históricas;
♦ Videoclipes com famosos cantando sobre o time;
♦ Cenas de jogos de highschool e até mesmo pee wee football;
♦ Sorteios e concursos promovidos entre os espectadores;
♦ Homenagens a veteranos de guerra;
♦ Pedidos de casamento…
Enfim, sempre que o jogo para, algo muito bacana rola no telão. Uma aula para a FIFA e para todas as confederações de futebol, que restringem o placar em vez de transformá-lo em algo a favor do público.
Obs.: Ao vivo, a imagem é bem mais nítida do que ela aparece nessas fotos (por algum mistério do mundo digital…).



