Local: Reliant Stadium (Houston, TX)

Previsão do tempo: Tempo aberto, com mínima de 10ºC e máxima de 23ºC (Estádio com teto retrátil)

Horário: sábado (7/1), às 23h30, horário de Brasília

Participações nos playoffs: Bengals (9) x (0) Texans

Última participação nos playoffs: Bengals (2009) – Texans (-)

Títulos de Super Bowl: Bengals (0) x (0) Texans

 

BENGALS: Cedric Benson, RB (pé – deve jogar), Geno Atkins, DT  (tendão de aquiles – deve jogar), Andy Dalton, QB (gripe – deve jogar), Taylor Mays, S (tendão – dúvida), Donta Moch, LB (indisposição – dúvida), Kyle Cook, C (pé – deve jogar), Frostee Rucker, DE (ombro – deve jogar)

TEXANS: Owen Daniels, TE, (joelho – deve jogar), Andre Johnson, WR (tendão da coxa – deve jogar), Arian Foster, RB (joelho – deve jogar), T.J. Yates, QB (ombro esquerdo – deve jogar), Jason Allen, CB (costas – dúvida), Bryan Braman, LB (pescoço – dúvida), Troy Nolan, S (tornozelo – dúvida), T.J. Yates, QB (ombro – deve jogar), Johnathan Joseph, CB (tendão de aquiles – deve jogar), Shaun Cody, DT (joelho – deve jogar), Mike Brisiel, G (tornozelo – deve jogar), Chris Myers, C (joelho – deve jogar)

 

Na temporada regular: 3 vitórias do Cincinnati Bengals, 3 vitórias do Houston Texans.

Nos playoffs: Nunca se enfrentaram

Em Houston: 1 vitória do Cincinnati Bengals, 1 vitória do Houston Texans.

Total: 3 vitórias do Cincinnati Bengals, 3 vitórias do Houston Texans.

Na temporada 2011: Semana 14, em Cincinnati, vitória do Texans por 20 x 19.

 

BENGALS: Com um quarterback rookie sendo a nova cara da franquia, o Bengals sofreu no começo da temporada para engrenar a equipe, perdendo os três primeiros jogos. Rapidamente a equipe se recuperou, acumulou cinco vitórias seguidas e voltou a brigar com os grandes da AFC, equilibrando os confrontos com os adversários de conferência. Perdeu a última para o Baltimore Ravens, mas conseguiu se classificar diante da posição confortável na tabela.

TEXANS: Pela primeira vez nos playoff’s em sua história, o Texans se aproveitou da fraqueza dos adversários de divisão para construir o trajeto até a pós-temporada. Teve desfalques importantes, como o quarterback Matt Schaub e o wide receiver Andre Johnson, mas mesmo com o retorno deste jogadores ainda necessita recuperar o momentum, já que perdeu as últimas três partidas da temporada regular.

 

CINCINNATI BENGALS

“O cara” (ataque): A.J. Green. Andy Dalton está fazendo uma temporada primorosa, mas o receiver rookie vindo de Georgia é um monstro recebendo passes. Um tanto cru em alguns momentos, mas em seu primeiro ano já lidera a equipe em recepções, jardas e touchdowns. A química foi instântanea, e um pouco desse “instinto” pode se sair bem nos playoff’s.

“O cara” (defesa): O conjunto, mas como só podemos escolher um, ficamos com Rey Maualuga. Em sua terceira temporada na NFL, o linebacker se consolidou como comandante da defesa de Cincinnati, uma das 10 melhores da NFL. Em seu primeiro ano na liga ficou pelo caminho nos playoff’s, então esta é a hora de provar que pode ser um vencedor.

Chave da vitória: STOP THE RUN! O Texans chega aos playoff’s com o quarterback reserva e com o principal wide receiver voltando de contusão. Carga dobrada para os running backs, que devem ser o foco principal da defesa do Bengals. Na última vez que as equipes se encontraram, o Bengals quase conseguiu…

O barco pode afundar se: Se, literalmente, o Bengals entregar o jogo. Como rookie, Andy Dalton está tendo um desempenho aceitável, mas já foi interceptado 13 vezes na temporada. Some isso aos 5 fumbles do running back Cedric Benson. E à dificuldade de sua defesa em forçar turnovers. Distribuir a bola de modo displicente pode custar caro para o time de Cincinnati.

Fique de olho: Abra BEM os olhos para o tight end Jermaine Gresham. O jovem não apenas é a bola de segurança do jogo aéreo, como se revelou um excelente redzone target para seu quarterback novato. Um jogador tão talentoso e discreto pode ser uma grande surpresa do Bengals para estes playoff’s.

HOUSTON TEXANS

“O cara” (ataque): Arian Foster. O running back titular do Texans acumula 1224 jardas corridas e 10 touchdowns terrestres, além de quase 700 jardas em recepções de passe. É a arma mais acionada da equipe e a que se revelou a mais produtiva ao longo dos últimos anos.

“O cara” (defesa): Brian Cushing. Líder em tackles, fumbles forçados e assistências durante o tackle, o linebacker superou os problemas com o dopping do passado e comanda a defesa do Texans nesta primeira incursão aos playoff’s. Cushing é o tipo de jogador que está em todo lugar do campo, a todo momento, sendo eficiente na cobertura à corrida e cobrindo passes dos adversários. Difícil de segurar o rapaz.

Chave da vitória: RUN TO THE HILLS! Explorem o jogo corrido. Não que a defesa do Bengals seja um queijo suíço cheio de buracos para os corredores adversários, mas o ataque terrestre é um dos pontos mais fortes do Texans. Se você tem dois running backs que carregaram seu time na temporada regular e formam o segundo melhor jogo terrestre da NFL, essa é a hora de provarem seu valor e garantirem mais uma semana de vida nos playoff’s.

O barco pode afundar se: O pass rush não funcionar. A linha ofensiva do Bengals está entre as 10 melhores da NFL protegendo o pocket, e Andy Dalton apresenta grande entrosamento com seus receivers. O coordenador defensivo Wade Phillips tem que se aproveitar de J.J. Watt & cia. para não deixar o passe de Dalton alcançar seus wide receivers.

Fique de olho: Andre Johnson. O wide receiver titular do Texans está retornando de contusão após problemas na perna que o fizeram perder 9 jogos nesta temporada. Mas quando saudável, Johnson é um dos jogadores dominantes em sua posição, então vamos aguardar para ver se ele consegue desempenhar em alto nível nos playoff’s.

 


A.J. Green (WR – Bengals) x Johnathan Joseph (CB – Texans)

Rey Maualuga (LB – Bengals) x Arian Foster (RB – Texans)

 


LINHA OFENSIVA

Duas linhas ofensivas razoáveis, cada uma com sua especialidade. Enquanto a linha texana comandada por Chris Myers (C) é a segunda melhor abrindo caminho para o jogo corrido, o pocket de Cincinnati é o 5° melhor de toda a NFL.

Bengals – 7,0 x 7,0 – Texans

 

RUNNING BACK/FULL BACK

Larga vantagem para o Texans e o dueto Arian Foster/Ben Tate. Cedric Benson brilhou nas últimas temporadas, mas está sofrendo muitos fumbles neste ano.

Bengals – 6,0 x 9,0 – Texans

 

RECEIVING CORP

O quase equilíbrio vem com o retorno de Andre Johnson de contusão para o Texans. Mas, a química entre os recebedores de Cincinnati, incluindo os jovens A.J. Green e Jermaine Gresham, é muito grande e isso faz o Bengals levar vantagem neste quesito.

Bengals – 8,0 x 7,0 – Texans

 

QUARTERBACK

O jovem Andy Dalton cumpre bem o seu papel, com muito mais desenvoltura que T.J. Yates. Caso Matt Schaub não estivesse lesionado haveria larga vantagem para o time de Houston, mas o rookie leva a melhor neste head-to-head.

Bengals – 7,0 x 6,0 – Texans

 

FRONT 7 (LINHA DEFENSIVA + LINEBACKERS)

Ligeira vantagem para o Texans, que nas mãos de Wade Phillips conseguiu montar uma das melhores defesa da NFL, TOP 4 com absoluta certeza. Mas não se enganem: o Bengals é tão bom quanto o Texans sackando o quarterback, então cuidado com Domata Peko & cia.

Bengals – 7,0 x 8,0 – Texans

 

SECUNDÁRIA (SAFETIES + CORNERBACKS)

O calendário foi fácil e ajudou a maquiar um pouco os números da secundária do Texans, que também contou com uma grande ajuda do pass rush. De todo modo, o Bengals tem números inferiores, mas teve um pouco mais de pedras pelo caminho.

Bengals – 7,0 x 7,0 – Texans

 

KICK/PUNT RETURN

A diferença entre as duas equipes de especialistas é tão ínfima, tão pequena, que damos um empate técnico e todo mundo fica incompetente do mesmo jeito.

Bengals – 6,0 x 6,0 – Texans

 

KICKER/PUNTER

Mais um empate técnico, considerando que ambos os kickers e punters tiveram diferenças relativas a 1% (sim, um mísero centésimo de unidade!!!) em seus desempenhos na temporada.

Bengals – 6,0 x 6,0 – Texans

 

MÉDIA FINAL